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De uma conversa entre 05 músicos em meados de 1988 nasceu o Grupo Palimpsesto. O objetivo era mostrar ao público brasileiro que existia uma música latina que fugia do convencional, do comercial, e ainda desconhecida pelo grande público. A música latina parecia não abarcar a música brasileira, também de raiz latina, e acabou se tornando algo restrito ao folclore de outros povos do nosso continente. 

Nesse contexto, o Palimpsesto surge para mostrar que é possível mesclar ingredientes da música clássica aos instrumentos latinos. E assim começa o projeto que batizamos de "música neolatina". O nome escolhido para o grupo não poderia ser mais apropriado ao nosso objetivo; reescrever o conceito de música latina que considerasse novas linguagens, cores e texturas.

 

Desde 2007, o Palimpsesto está de volta, com uma nova formação, porém, com o mesmo objetivo musical, acrescido de toda uma bagagem acumulada nesses anos. O Palimpsesto trabalha repertório abrangente sempre interpretado com os típicos instrumentos andinos como quena, zampoña, charango, cuatro, tiple, entre outros.

 
Em 2019 apresentou pela primeira vez no Brasil, com arranjo original, a importante obra da Nova Canção Chilena, a Cantata Santa Maria de Iquique do compositor Luis Advis. Na ocasião, Ricardo Venegas, integrante do grupo que originalmente gravou a obra, o Quilapayun. “Que forma mais autêntica e comprometida com a escrita de Luís Advis, felicito a todos do grupo Palimpsesto do Brasil, pelo esforço e pela emoção”, afirmou.

 

" Muito bom o Palimpsesto. Gosto muito da paleta ampla de possibilidades e de amplitude de repertório. São excelentes os arranjos, tão ricos que enchem de fôlego temas novos e conhecidos."                                              Patrício Wang                                                            (Diretor musical do grupo Quilapayun)

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