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Nano Ordenes

VOZ, CORDAS, SOPROS, PERCUSSÃO

Nascido no norte do Chile, na cidade de Antofagasta, em 1976, sua família chegou ao Brasil no final de 1978. Desde criança, influenciado por seus pais, conheceu a música de Violeta Parra, Víctor Jara e Pablo Milanés. Cresceu em um ambiente musical, onde sempre havia instrumentos disponíveis, como violão, charango e quena. Gostava de observar os adultos tocando e cantando durante as festas em que a colônia chilena se reunia.

Aos 13 anos, ingressou no grupo folclórico Hualañé, onde aprendeu danças e músicas do folclore chileno. Com o fim do grupo em 1991, foi convidado a integrar o Grupo Folclórico Chile Lindo, onde permaneceu por 8 anos. Nesse período, dirigiu o grupo musical em duas ocasiões, nos anos de 1996 e 1997. Durante essa fase, participou do Festival Folclórico de San Bernardo, no Chile, onde o grupo se apresentou para uma plateia de 4 mil pessoas.

Em 2010, participou da fundação do grupo de música América Morena, originalmente formado para um evento beneficente em favor das vítimas do terremoto ocorrido no Chile naquele ano.

Alguns meses após o término do América Morena, em 2015, foi convidado a fazer um teste para o Grupo Palimpsesto, do qual faz parte desde então. Entre as principais apresentações realizadas com o Palimpsesto destacam-se: a homenagem a Violeta Parra na Fundação Ema Klabin; a interpretação da Misa Criolla de Ariel Ramírez com o Coro Jovem de São José dos Campos durante a Virada Cultural de 2016; a apresentação com o Coro Luther King na Catedral da Sé, em 2017; e a performance com o Coro Cantosospeso em Milão, Itália, em 2018. Além disso, participou da Cantata Santa Maria de Iquique, exibida no Teatro da UMC, em São Paulo, em 2019.

 

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